Calafrios de medo, ou nervosismo da pequena menina.
Conforme se aproxima o corpo estremece, a voz enrouqueci.
E a facilidade que tem de se expor e conversar desaparece.
Pouco tempo de vivência e a intimidade acontece sem se quer perceber.
Ela livre do que lhe fazia mal, ele quer um charuto e uma poltrona pra ler jornal.
Calmaria, harmonia. Nada mal, nada mal.
Um roteiro de filme frágil, ou o pesado Ramones no rádio.
Nem se importa com quem o rodeia, pois é o forte, o tal forte, se arrisca e cerca a pequena.
Que se rende ao brilho, um forte brilho, que vem dos olhos do forte, como no cinema. É.
J.P

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