
A única certeza que se deve ter, é que o que dói, constrói.
Que sejam perdoados os que não acreditam na evolução humana.
É difícil remarmos contra o que conhecemos de nós e tentarmos corrigi-lo, mas a recompensa no final é a melhor parte, pois todo um novo mundo nos revela, ao olharmos para as nossas relações com outros olhos.
Aprendendo assim a conviver com pessoas que você só conhece de verdade depois de não vive-la.
Ninguém deve viver ninguém, as pessoas criam esse estereótipo de relacionamento. Um viver para o outro, a merda mais merda que já entendi.
Pois o tempo passa e são felizes apenas as pessoas que criam suas paixões , apenas através dos outros. A maturidade emocional faz-nos ver que o poder está dentro de nós, a força que nos impulsiona à felicidade é nossa e é exclusiva, não depende de paixão nenhuma, não depende de relação nenhuma, construída à pressão, só para nos sentirmos vivos.
Sinto que demorei á aprender, mas aprendi sozinha. Isso não é coisa que se ensine, porque só cada um sabe de si.
Sei que quando apaixonada, me sinto melhor. Talvez tão bem ao ponto de pensar que não sei, ou consigo, viver de outra forma.
Mais criativa, mais educada, mais simpática, enfim..Mais muita coisa saudável.
E agora, não-apaixonada, vejo que continuo criativa, talvez por ter mais motivos pra escrever críticas a esses grandes e fortes criadores de ilusões femininas. Ou não.
Talvez sozinha, me sinta mais forte, mais eu, mais homem, talvez.
E a uma semana atrás, percebi que sozinha ainda sinto frio na barriga, e dou risadas tímidas perto de alguém, por um motivo desconhecido pra mim. Que não seja carência, ultima coisa que poderia portar.
Bem melhor assim, bem melhor pra mim, bem melhor pra quem me controla, e me namora.

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